Têm tantos anos como eu. Incrível. Será mais porque realmente estou velho!
Depois de uns anos a viverem às custas do Charlie Burchill (um dos melhores guitarristas que por aí anda) e do Jim Kerr (eu não quero, mas o Jim Kerr), decidiram juntar de novo os elementos originais: com um Mel Gaynor careca e mais branco (onde é que já vi isso?) e o Eddy Duffy que parece não ver passar os anos por ele.
O novo álbum chama-se Graffity Soul e até já foram recuperar de forma persistente o logótipo que os caracterizaram ao longo dos anos e que é parte integrante de todos os álbuns. Imagem de marca, a bem dizer.
É um bom regresso e um regresso a boas canções. Não que o período “dark” tenha tido más melodias, mas foram muito mal apreciadas pelo público em geral.
É uma banda da minha vida. Uma das primeiras a quem comecei por ouvir. Uma das poucas que me fizeram poupar uns trocados da escola para depois comprar o vinyl. Uma das que têm músicas que parece que foram escritas para mim.
Só pergunto porque é que é mais uma que tem que estar afastada das playlists das nossas rádios.
Rockets – Simple Minds
(…) Some phantoms realised that’s your only fear. (…)