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Music by *DrBunsenHoneydew on deviantART

Achei por bem criar um Manifesto do Blog que, se não servir para quem o visita perceber a sua existência, servirá para me orientar na minha escrita diária. Contudo, espero que cada visitante possa compreender porque escrevo, copio, invoco ou adapto os textos que podem ler:

  1. Este blog é MEU!
  2. De acordo com o ponto 1, posso nele incluir aquilo que bem me apeteça e aquilo que queira partilhar ou divulgar. Certo ou errado, será sempre a minha opinião, decisão ou emoção inerente ao dia, hora ou local em que me encontre. Faço dele o que me apetecer (e o WordPress deixar…)
  3. De acordo com o ponto 2, as minhas afirmações/opiniões, poderão ferir algumas susceptibilidades para as quais afastarei a minha responsabilidade, excepto se indicar especificamente nomes, entidades ou locais.
  4. Cada conteúdo deste blog é comentável. Agradeço, por antecipação, TODAS as opiniões/comentário/reclamações feitas. Existe para isso um espaço para tal em cada conteúdo. E cada comentário, será um motivo de alegria para mim. Sentirei a presença, a preocupação, o apoio que possam dar. E isso me fará viver!
  5. Tentarei sempre atribuir os créditos necessários aos autores de conteúdos/fotos/músicas/letras/poemas/vídeos, copiados ou adaptados para este blog. A eles muito agradeço.
  6. As músicas apresentadas adaptam-se a determinadas circunstâncias da minha vida. Muito mais que gostar da música e letra em si, ela enquadra-se ao momento, como se tivesse sido escrita para ou por mim, para documentar fielmente o que sinto e vivo. Se uma imagem, vale mais do que mil palavras, uma música vale quase uma vida.
  7. O título será eterno… é mesmo isso que fazemos neste mundo, andar por aí… Uns sobrevivem, outros vão caindo aos poucos.
  8. Continuarei a escrever durante o tempo que quiser. Não me importo que este blog não seja visitado. Este local serve para escrever as memórias e a vida. Se mais nada deixar neste mundo, pelo menos que isto seja considerado o meu legado.
“Uma canção passou no rádio e quando o seu sentido se parecia apagar. Nos ponteiros do relógio encontrou, num  sexto andar, alguém que julgou que era para si em particular que a canção estava a falar” Clã - Sexto Andar